quinta-feira, 28 de abril de 2011

Primeiras ideias para a intervençao

Primeiras ideias:

1 - Pórtico de tule
2 - Painel de memórias no chão, iluminado com fotos
3 - Ócio criativo e interativo, utilizando as árvores
4 - Luzes que transpassem o público x privado e interajam com o usuário
5 - Projeções na calçada com objeto de sombra manipulado pelos passantes
6 - Sensores que demarcam a rua ao passar
7 - Telescópio de espelhos
8 - Caleidoscópio: constelações interativas
9 - Janelas: imagem e som
10 - Tapumes de tecido que revelam partes da cidade e dos próprios moradores

domingo, 24 de abril de 2011

Inhotim - 14/04/11




Miguel Rio Branco - "Pelourinho" (1979)

BiografiaMiguel da Silva Paranhos de Rio Branco (Las Palmas de Gran Canaria, Espanha 1946). Fotógrafo, diretor de fotografia, pintor. Filho de diplomata, vive a infância e adolescência entre Espanha, Portugal, Brasil, Suíça e Estados Unidos. Pintor autodidata, em 1964 expõe pela primeira vez numa galeria em Berna, Suíça. Em 1966, estuda no New York Institute of Photography [Instituto de Fotografia de Nova York] e, dois anos depois, naEscola Superior de Desenho Industrial (Esdi), no Rio de Janeiro. De 1969 a 1981, dirige filmes experimentais e trabalha como diretor de fotografia e cameraman para cineastas como Gilberto Loureiro (1947) e Júlio Bressane (1946). Paralelamente, atua como fotógrafo documental. Entre 1978 a 1982, é correspondente da Agência Magnum, em Paris, e se destaca pelo uso de cores saturadas em seus trabalhos. Nos anos 1980, realiza instalações audiovisuais utilizando fotografia, pintura e cinema e expõe com freqüência no Brasil e no exterior. Recebe diversos prêmios, entre eles Prêmio Kodak da Crítica Fotográfica, em 1982, Bolsa de Artes da Fundação Vitae, em 1994, e Prêmio Nacional de Fotografia da Fundação Nacional de Arte (Funarte), em 1995. É autor dos livros Dulce Sudor Amargo, 1985, Nakta, 1986, Miguel Rio Branco, 1998, Silent Book, 1998 e Entre Olhos o Deserto, 2001.

Comentário Crítico
Miguel Rio Branco dedica-se ao cinema experimental e à fotografia a partir da década de 1970. Conhecido por seu trabalho com a cor, explora em suas fotos os contrastes cromáticos, a diluição dos contornos, os jogos de espelhamentos e as diversas texturas, criando atmosferas por meio do uso da cor e da luz. A passagem do tempo, a violência, a sensualidade e a morte são temas constantes.
Na série Pelourinho (1979), Miguel Rio Branco fotografa o Maciel, parte mais antiga do bairro do Pelourinho, em Salvador, Bahia, local bastante degradado, ligado à prostituição. Fotografa pessoas com rostos na penumbra, corpos marcados por cicatrizes e também se interessa por casas arruinadas pelo tempo. Capta o que resta de dignidade nas situações cotidianas do local, em ambientes cercados pela violência e pela solidão. (Fonte: http://www.itaucultural.org.br)




Performance em Bichinho

terça-feira, 12 de abril de 2011

Conjunto arquitetônico da Pampulha - Museu de Arte e Casa do Baile

Eu nunca tinha visitado o Museu da Pampulha, e fiquei admirada com riqueza e beleza da sua arquitetura, e a maneira como ela vai conduzindo o nosso olhar por toda a paisagem à nossa volta.





Vista de longe, a Casa do Baile não parece ter esta  marquise de formas sinuosas, com curvas que supostamente acompanham a lagoa.  A construção é fascinante, tanto os jardins quanto a Casa do Baile em si.

domingo, 27 de março de 2011

Deriva

A palavra desorientação associa-se a uma indisposição espacial, uma desorganização. Isso porque acreditamos que orientar é organizar e vice-versa, dar um ‘sentido’ às coisas. Daí a importância da geometria ocidental, que sempre privilegiou a visão e a regularidade dos espaços, os alinhamentos da cidade reticulada na formação do sentido moderno. Quanto mais a sociedade do espetáculo avança em sua trajetória ao nada, mais rígidas e especializadas suas formas se tornam.


A desorientação foi um elemento fundamental para a Teoria da Deriva formulada por Guy Debord.
Segundo Debord, Guy Debord: “Um bairro não é determinado apenas pelos fatores geográficos e econômicos, mas pela representação que seus moradores têm dele”.


A deriva era algo próximo à figura do flaneur de Baudelaire. A Teoria da Deriva também reivindicava e vinha somar com as proposições dos anos 60-70 de uma nova sociedade nômade, onde a mobilidade deveria desempenhar um papel fundamental. A concepção da cidade como um novo território nômade, onde se produzisse uma série de desorientações programadas, aparece mais nitidamente na idéia dos mapas psicogeográficos (naked city) de Debord. A deriva deveria constituir-se numa ciência, que eles denominariam psicogeografia¹, e para isso enumeraram toda uma série de campos de investigação científica que poderiam ser utilizados pelo método psicogeográfico.


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¹Psicogeografia: estudo da influência do espaço sobre o psicológico da pessoa que o utiliza, e seus efeitos no comportamento da mesma.

sábado, 26 de março de 2011

Flâneur


Charles-Pierre Baudelaire, poeta e crítico francês, nasceu em Paris em 9 de abril de 1821. Baudelaire move-se de acordo com sua  profunda instabilidade interior, o que  torna sua produção uma alma vertiginosa.
Na visão baudelairiana o homem moderno é vítima das agressões das mercadorias e tragado pelas multidões, com isso configura-se como um embriagado a perambular pela cidade em total estado de abandono, à beira de um precipício.



O “flâneur”, segundo Baudelaire, é o cara que passeia sem compromisso e sem pressa pela grande cidade, registra tudo que vê, interessa-se por tudo que cruza seu caminho, entra em ruas desconhecidas, espia a vida alheia, envolve-se de maneira indireta com o que acontece à sua volta.




sexta-feira, 25 de março de 2011

Parkour



  Parkour ou Le Parkour, deriva do nome percurso
  visto que tem como  finalidade traçar  percursos 
  alternativos, ou seja, deslocar-se entre dois pon-
  tos pelo trajeto mais curto (e não pelo mais aces-
  sível e previamente  estabelecido  pelo  conceito
  de movimento imposto pela  sociedade).
  Passando a explicar:  entre  dois pontos situados 
  em uma região urbana existem variadas barreiras  
  arquitetônicas. 
  Tomemos, por exemplo, uma escadaria que nos   
  conceitos  comuns é o método "correto" para al-
  cançar uma superfície mais elevada. Mas não seria 
  mais  rápido subir diretamente a parede, apesar de não ser o método "adequado"? É neste termo que se baseia o parkour, no método mais rápido, e sim 
por vezes mais difícil, de alcançar o nosso destino. Apesar das dificuldades inerentes a este método de movimentação, é inquestionável que com o treino adequado e uma preparação física a condizer, o parkour é um método de deslocação mais eficiente que o método imposto pelas barreiras arquitetônicas.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Flashmob

A origem do flash mob
[mobbrasil]
O termo surgiu em 1844 e era usado para designar um grupo da sociedade, que usava uma “flash language” (língua rápida). Numa prisão de mulheres na Tasmânia (Australia), a revolta de 300 delas culminou numa rebelião na qual, de repente, viraram de costas para o reverendo local, governador e primeira dama, levantaram as roupas, mostrando as partes íntimas simultaneamente, fazendo um barulho muito alto com as mãos. 


Hoje...
Atualmente pode-se entender flash mob como uma intervenção urbana que consiste em um numeroso grupo de pessoas que se reúne repentinamente em um local público, realiza um ato inusitado em conjunto combinado previamente e por um curto espaço de tempo, e depois rapidamente se dispersa.

Em São Paulo  

Sugestão 
"THE MP3 EXPERIMENT"

  Dentre todos os vídeos de flashmob que eu já
  assisti, esse é o meu preferido.

  Várias pessoas fizeram download de um arquivo  
  para MP3, contendo musicas e instruções, e 
  simultaneamente começaram a reproduzir o arqui-
  vo em lojas de Manhatan.
  Essa mobilização foi produzida pelo grupo 
  Improv Everywhere

sexta-feira, 18 de março de 2011

Segundo Retrato Mariana - Editado

Nesse segundo retrato, após conhecer mais a  Mariana, procurei mostrar o seu lado descontraído e alegre, que é o que chama mais atenção na sua personalidade.
Para a edição da imagem, utilizei o programa Ulead Photo Express. 
  • Primeiramente alterei a cor da "sombrinha", para dar um ar menos sério e seco à imagem;
  •  Fiz alterações no contraste, brilho e saturação da imagem, para deixar as cores bem vivas; 
  • Trabalhei um pouco também nas luzes do poste, que depois das alterações no brilho e contraste, começaram a se confundir com as janelas do prédio ao fundo;
  • Alterei um pouco a textura do piso e sua cor, afim de harmonizar os tons;
  • e, finalmente, com o efeito "particle" adicionei a chuva ao fundo.

Segundo Retrato Mariana - ORIGINAL

quarta-feira, 16 de março de 2011

Primeiro Retrato Mariana


Bom, nesse primeiro trabalho, tive de representar a maneira como eu vejo a Mariana, que vai de calma à impaciente em fração de segundo.